Como destruir um País
No Orçamento de Estado para 2014, a austeridade vai recair:
- 84% sobre as famílias portuguesas;
- 4% na energia, banca e petrolíferas;
- 0% nas PPP's e auto-estradas. Contratos e obras altamente criticadas pela atual aliança que desgoverna o País, como sendo a culpa de todos os males e maior loucura da governação de José Sócrates.
Como é fácil de observar, há um enorme desfasamento e desproporção na divisão dos sacríficos.
A somar a isto tudo, o IRC, imposto sobre as empresas, vai descer 2%. Apesar dessa descida, empresas como a EDP, criticam o facto de irem pagar mais 45 milhões de euros em imposto, quando no último ano teve lucros de 1,012 biliões de euros (não, não foram milhões).
Este (des)Governo elevou a mentira e a hipocrisia ao seu expoente máximo.