Quando a pequenez se disfarça de feito político

Num município com um orçamento anual de 64.400.000€ em 2025, é quase trágico que o presidente da câmara venha a público vangloriar-se da compra de uma mini mesa de som e luzes, como se isso representasse um marco de gestão ou uma obra digna de registo. Esta exibição de “obra feita” não só expõe uma gritante falta de ambição, como ajuda a explicar por que razão esta cidade e toda a região permanecem estagnadas, sem nada de verdadeiramente relevante a nível nacional, a não ser o património histórico, algo herdado do passado, e a agricultura, que se desenvolve graças ao esforço do setor privado.

É com enorme tristeza e decepção que escrevo esta curto texto, revelador da imensa pequenez que há.

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